A alteração à lei laboral pode agravar a desigualdade salarial entre homens e mulheres.
O Observatório Género, Trabalho e Poder, que analisa as disparidades salariais entre géneros, refere que o fosso entre homens e mulheres se fixa nos 17,5%. Esta percentagem traduz-se em 64 dias por ano em que as mulheres trabalham "sem receber".