No final, entreguei o texto da reportagem e uma fotografia minha ao Gemini e pedi-lhe uma banda desenhada. O resultado surpreendeu-me pelo humor e pela capacidade narrativa, e é por isso que o publicamos: não só porque gostamos da prancha, mas porque ela é um excelente exercício de ética para os próximos anos.
Será isto criatividade da máquina ou de quem a usa?
Fica o desafio: olhem com atenção. A IA é impressionante, mas não é infalível. Conseguem descobrir os erros e as "alucinações" visuais escondidos nos desenhos?
Nota de transparência: Para provar o ponto sobre a colaboração entre humanos e máquinas, fica a confissão final. Eu dei o mote, o contexto e a ideia, mas o texto que acabaram de ler foi escrito... pelo Gemini.


