Abusos na Igreja Católica

Abusos sexuais: Ministério Público arquiva processo contra padre do Lumiar

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Processo contra o padre que foi afastado do Colégio do Lumiar por ter trocado mensagens de caráter sexual com alunos foi arquivado.

O Ministério Público arquivou o processo contra o padre que foi afastado do Colégio do Lumiar por ter trocado mensagens de caráter sexual com alunos por WhatsApp.

O pároco do Alto do Lumiar, que era também orientador espiritual de alunos do ensino secundário do colégio de S. Tomás em Lisboa, foi afastado de funções em julho.

Em causa, mensagens de caráter sexual, que viriam a ser descobertas pelos pais dos alunos.

Numa nota aos jornalistas, o Patriarcado de Lisboa informou que o caso foi arquivado pelo Ministério Público.

Em Massamá, a suspensão do pároco foi levantada depois de terem sido arquivadas as suspeitas de abuso sexual de menor investigadas pela hierarquia católica, informou o Patriarcado de Lisboa.

A Comissão Diocesana de Proteção de Menores recebeu uma queixa sobre um possível caso de abuso sexual sobre menores, alegadamente cometido pelo pároco de Massamá, Sintra, segundo anunciara o Patriarcado de Lisboa, no dia 7 de outubro.

Em Braga, um padre terá confessado ter abusado sexualmente de uma menina num processo de averiguações interno. Uma confissão que nunca chegou às autoridades judiciais,

Segundo o Porto Canal, o arcebispo Jorge Ortiga aceitou o pedido de exoneração do padre mas não terá participado o caso ao Ministério Público e à Polícia Judiciária.

Contactada pela SIC, a diocese de Braga diz que para já não comenta o caso.

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