Acidente no Elevador da Glória

Elevador da Glória: quase um mês depois da tragédia, seguradora ainda não conseguiu contactar todas as vítimas

Quanto às indemnizações, a Fidelidade está a aguardar o envio de todas a documentação para que os valores possam ser apurados. Até agora, já foram pagas as transladações e os funerais de seis vítimas mortais.

Elevador da Glória: quase um mês depois da tragédia, seguradora ainda não conseguiu contactar todas as vítimas
Pedro Nunes/Reuters

Quase um mês depois do descarrilamento do elevador da Glória, em Lisboa, a Fidelidade, seguradora da Carris, ainda não conseguiu contactar todas as pessoas que ficaram feridas. Segundo avança o Observador, ainda estão por contactar quatro pessoas: dois espanhóis, um francês e um português.

A seguradora ainda não conseguiu localizar quatro dos feridos identificados no acidente do Elevador da Glória e há dois que permanecem por identificar.

Quanto às indemnizações, a Fidelidade diz ao Observador que aguarda o envio de todas a documentação para que os valores possam ser apurados.

Até agora, já foram pagas as transladações e os funerais de seis vítimas mortais.

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), agendou uma reunião extraordinária sobre a tragédia do elevador da Glória para 13 de outubro, dia seguinte às eleições autárquicas.

Em causa está um requerimento apresentado pelo PS, que junta também Livre, BE e Cidadãos por Lisboa (eleitos pela coligação PS/Livre), para obter "esclarecimentos sobre falsidades, omissões e incongruências" no âmbito do acidente do ascensor da Glória.

O elevador da Glória, em Lisboa, sob gestão da empresa municipal Carris, descarrilou no dia 3 de setembro, num acidente que provocou 16 mortos e duas dezenas de feridos, entre portugueses e estrangeiros de várias nacionalidades.