Assalto em Tancos

Ministério Público investiga hipóteses de tráfico de armas e terrorismo

O furto de material militar dos paióis de Tancos - instalação entretanto desativada - foi revelado no final de junho de 2017.

PAULO CUNHA

A Procuradoria-Geral da República confirma que estão em causa suspeitas da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de armas e terrorismo internacional no furto de armamento em Tancos.

Em comunicado, a PGR garante que "foram, desde logo, nos termos legais, iniciadas investigações" e que "na sequência de análise aprofundada dos elementos recolhidos, o Ministério Público apurou que tais factos, se integram numa realidade mais vasta":

"Estão em causa, entre outras, suspeitas da prática dos crimes de associação
criminosa, tráfico de armas internacional e terrorismo internacional."

De acordo com o documento enviado às redações, o Ministério Público decidiu que a investigação deveria prosseguir no âmbito de um inquérito com objeto mais vasto a ser investigado no Departamento Central de Investigação e Ação Penal, "coadjuvado pela Unidade Nacional Contra Terrorismo (UNCT) da Polícia Judiciária, com total colaboração institucional da Polícia Judiciária Militar".

Os investigadores estarão a analisar as missões no Médio Oriente dos militares ligados a Tancos. O jornal Observador noticia que os assaltantes teriam uma lista do material a levar.

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