Eleições Autárquicas

Lei de estrangeiros serviu de 'arma de arremesso' nos primeiros dias de campanha das autárquicas

O acordo da AD com o Chega para aprovar a nova versão da lei de estrangeiros no Parlamento, serviu de arma de arremesso. O PS não deixou cair o tema. O PSD sacudiu a água do capote e acusou os socialistas de estarem em negação.

Loading...

A campanha para as autárquicas tem revelado pactos replicados do passado e, no segundo dia, também mostrou como a lei de estrangeiros serviu de mote ao PS e ao PSD.

O acordo da AD com o Chega para aprovar a nova versão da lei de estrangeiros no Parlamento, serviu de arma de arremesso nos primeiros dias de campanha para as autárquicas. Na quarta-feira, no Alentejo, o PS não deixou cair o tema.

No Algarve, o PSD sacudiu a água do capote e acusou os socialistas de estarem em negação.

Em Reguengos, André Ventura, que esteve desaparecido neste arranque eleitoral, disse que o Chega quer capitalizar no Alentejo o resultado das legislativas.

Nas Caldas da Rainha, a Iniciativa Liberal aflorou a falta de habitação acessível, tendo um prédio devoluto como pano de fundo.

Em Viana do Alentejo, o PCP manifestou a intenção de repetir o feito das últimas autárquicas.

O Livre e o Bloco de Esquerda uniram esforços para ganharem o fôlego perdido.

A caça ao voto continua país fora até ao dia 10 de outubro.