Coronavírus

Estudo norte-americano indica que calor pode enfraquecer coronavírus

Fabrizio Bensch

"O aumento da temperatura ou da humidade, ou ambas, são geralmente desfavoráveis ao vírus".

Especial Coronavírus

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, enfraquece em ambientes quentes e húmidos e na exposição aos raios solares, segundo um estudo do Governo dos Estados Unidos apresentado na quinta-feira, na Casa Branca.

"A nossa observação mais notável até agora é o poderoso efeito que a luz solar parece ter na morte do vírus, tanto nas superfícies, como no ar", disse Bill Bryan, um responsável do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

"Verificámos um efeito semelhante quer nas temperaturas, quer na humidade. O aumento da temperatura ou da humidade, ou ambas, são geralmente desfavoráveis ao vírus", acrescentou o responsável da direção de Ciência e Tecnologia do departamento, ao apresentar resultados preliminares do estudo.

Desde o seu aparecimento, os cientistas têm-se interrogado sobre a possibilidade de o novo coronavírus enfraquecer com o aumento da temperatura e, consequentemente, com a chegada do verão no hemisfério norte.

O vice-Presidente dos EUA, Mike Pence, considerou a apresentação "encorajadora", enquanto o Presidente, Donald Trump, permaneceu, por seu lado, cauteloso, apesar de ter notado que o país poderá ficar numa posição mais favorável com a chegada do verão.

"Se o calor é bom e se a luz do sol é boa, acho que é uma coisa muito boa", disse Trump.

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