Coronavírus

Ministro da Educação admite arranque do próximo ano letivo a várias velocidades

As férias das Páscoa vão ser reduzidas a sete dias.

Especial Coronavírus

O próximo ano letivo vai ser mais longo e as férias das páscoa vão ser reduzidas a sete dias, em vez das habituais duas semanas O ministro da Educação adiantou que o Governo está a trabalhar para que o próximo ano arranque com aulas presenciais.

Ainda assim, Tiago Brandão Rodrigues admite que a evolução da pandemia pode obrigar a um arranque de ano letivo a várias velocidades no país.

O próximo ano letivo vai ter aulas presenciais e vai ser mais longo, de acordo com o ministro da Educação, que anuncia esta sexta-feira as novas regras e medidas a serem tomadas pelas escolas a partir de setembro, devido à pandemia do novo coronavírus.

As novas medidas para o ano letivo de 2020/21, que começa entre 14 e 17 de setembro:

  • Todos os alunos regressam às escolas;
  • Ano letivo vai ser mais longo;
  • Pausas entre períodos vão ser menores;
  • Uso de máscara obrigatório para professores e alunos;
  • Distanciamento obrigatório de 1,5 metros nas salas de aula.