Coronavírus

Cruz Vermelha disponível para oferecer a escolas e lares testes rápidos à Covid-19 

A proposta está a ser analisada pelo Governo.

Especial Coronavírus

A Cruz Vermelha está disponível para oferecer testes rápidos de diagnóstico à Covid-19 para serem utilizados em escolas e lares. São testes que acabam de chegar ao mercado nacional e que conseguem detetar a infeção em apenas 15 minutos, com margem de erro reduzida.

De acordo com o Expresso, a Cruz Vermelha recebeu financiamento internacional para a compra de até meio milhão de análises e propõe disponibilizar a remessa gratuitamente para escolas e lares.

Por enquanto a proposta ainda não teve a aprovação do Governo. O Executivo diz que a proposta está ainda em estudo.

Francisco George, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, em entrevista à SIC Notícias, garantiu que os testes rápidos à covid-19 são fiáveis.

O presidente da Cruz Vermelha Portuguesa explicou o funcionamento destes testes rápidos e o que os distingue de outros testes que já existiam.

Portugal poderá chegar aos mil novos casos diários de covid-19 já na próxima semana. Palavras do primeiro-ministro, que lembra no entanto que o país não pode voltar a parar.

António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa insistem que o combate à pandemia está nas mãos dos portugueses.

Taxa de transmissibilidade acima de 1 em todo o país

Os apelos de António Costa

António Costa convocou para esta sexta-feira uma reunião de urgência do gabinete de crise para o acompanhamento da evolução da Covid-19 em Portugal.

No final, o primeiro-ministro deixou vários apelos aos portugueses e também um alerta: "estamos a sofrer um forte crescimento de novos casos diariamente, a manter-se esta tendência seguramente na próxima semana chegaremos a 1.000 novos casos por dia".

O primeiro-ministro defende que "o controlo da pandemia depende da responsabilidade pessoal de cada um" e volta a insistir que nesta fase o país não pode voltar a parar.

"Temos de conseguir travar o crescimento da pandemia. (...) Não podemos parar o país como em março", disse o primeiro-ministro.

No final da reunião António Costa lembrou "cinco regras fundamentais" a cumprir para não voltar "a privar os alunos do acesso à escola", a restringir "as visitas aos lares" e "separar famílias como na Páscoa", quando o Natal chegar.

O uso da máscara, a higiene regular das mãos, respeitar a etiqueta respiratória, manter o afastamento físico adequado e utilizar a aplicação StayAway Covid são as cinco recomendações do primeiro-ministro.