Coronavírus

Covid-19. Países europeus apertam medidas para impedir a propagação do vírus

Itália prepara-se para novas restrições.

Especial Coronavírus

Com mais de 545 mil casos desde do início da pandemia, a Alemanha começa a semana com novas restrições que vão durar pelo menos até ao final do mês.

As medidas em nome da sáude pública custarão à economia 19 mil milhões de euros e serão cortados 600 mil empregos. Segundo o Instituto de Estudos Económicos de Berlim, a hotealaria e a restauração serão os setores mais atingidos.

Em França, mais de 12 milhões de alunos regressaram à escola depois de duas semanas de férias. Com mais de um mihão e 400 mil pessoas infetadas e com o país em confinamento, as regras vão sendo adaptadas.

Em Madrid, a noite deste domingo foi de patrulhas de polícia na rua para impedir os distúrbios e a violação do recolher obrigatório.

Itália, que tem assistido também a vários protestos, esta segunda-feira há mais um em Roma, feito por donos de bares e restaurantes que querem apoios pelo encerramento às seis da tarde. O primeiro-ministro prepara-se para anunciar novas medidas: o confinamento das regiões mais afetadas e o recolher obrigatório podem ser uma realidade.

A Eslováquia começou uma testagem massiva à população. No país com 5 milhões milhões e meio de pessoas os testes são feitos a quem tem mais de 10 anos.

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