Coronavírus

Covid-19. Mais 610 mortes e 23.976 infetados no Brasil

Ricardo Moraes

161.106 mortes e mais de 5,5 milhões de infeções desde o início da pandemia.

Especial Coronavírus

O Brasil contabilizou 161.106 óbitos e 5.590.025 infeções provocadas pelo novo coronavírus, informou esta quarta-feira o Ministério da Saúde do país.

O Governo brasileiro confirmou a notificação de 610 mortes e 23.976 novos casos de covid-19 em 24 horas.

O Ministério também destacou que 5.064.344 pessoas infetadas já recuperaram da doença, enquanto que 364.575 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.

Já um consórcio formado pela imprensa brasileira, que colabora na recolha de informações junto das secretarias estaduais de Saúde, informou que o país somou 161.170 vítimas mortais e 5.590.941 casos desde o início da pandemia.

O mesmo consórcio registou 622 óbitos e 23.815 infetados nas últimas 24 horas.

Coronavírus por estados

Os estados de São Paulo (39.549), Rio de Janeiro (20.759), Ceará (9.370) e Minas Gerais (9.069) têm o maior número de óbitos provocados pela pandemia no Brasil.

Considerando o número de casos, São Paulo (1.123.299), Minas Gerais (362.340), Bahia (355.753) e Rio de Janeiro (313.089) são, respetivamente, os que somam mais infeções até agora.

Reconhecimento do Papa Francisco

Esta quarta-feira a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou numa nota em sua página da internet que recebeu uma mensagem de reconhecimento e agradecimento do Papa Francisco após organizar o seminário: "Fratelli tutti: A mensagem social global do Papa Francisco".

"Neste momento em que o Brasil, juntamente com o resto do mundo, enfrenta a pandemia da covid-19 se faz ainda mais significativa a missão desta instituição", afirmou o Papa Fancisco na carta enviada à Fiocruz.

O pontífice também reconheceu o "trabalho de excelência científica na área de saúde pública realizado nesta centenária instituição que, a exemplo do seu renomado fundador, o sanitarista Oswaldo Cruz, promove a saúde e a qualidade de vida dos brasileiros".

Veja também:

  • 1:31
  • Não estou de acordo

    Opinião

    Não estou de acordo com métodos medievais para enfrentar uma pandemia. Se os vírus evoluíram, a organização da sociedade também deveria ter evoluído o suficiente para os combater de outra forma. O recolher obrigatório é próprio dos tempos obscuros e das sociedades não democráticas. Proibir as pessoas de circular na rua asfixia a economia e não elimina a pandemia.

    José Gomes Ferreira