Coronavírus

Covid-19. Governo compromete-se a divulgar dados por concelhos

Informação avançada por António Lacerda Sales.

Especial Coronavírus

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde admitiu esta quarta-feira que a divulgação dos dados covid-19 por concelhos é “importante” e reiterou o compromisso de passar a divulgá-los aos autarcas para que “saibam com o que contam”.

“Os autarcas têm sido parceiros inexcedíveis e por isso têm de ter toda a informação”, referiu.

António Lacerda Sales está hoje no distrito do Porto onde visita os centros de retaguarda covid-19 montados quer para doentes infetados, no Seminário do Bom Pastor, em Ermesinde, concelho de Valongo, quer na Pousada da Juventude, no Porto, este para “não covid”.

PORTUGAL COM MAIS 82 MORTES E 4935 NOVOS CASOS DE COVID-19

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou no boletim diário desta quarta-feira que há mais 82 mortes e 4935 novos casos de Covid-19 em Portugal. No total, o país regista 3103 vítimas mortais e 192.172 infetados pelo novo coronavírus, desde o início da pandemia.

Nas últimas 24 horas estão mais 9 doentes internados nas Unidades de Cuidados Intensivos, totalizando 391. Em relação aos internamentos em enfermaria estão 2785 pessoas internadas, mais 43 do que na terça-feira. Em ambos os casos, tratam-se de novos máximos desde o início da pandemia.

A DGS revela que estão ativos 78.716 casos de infeção, mais 1378 do que na terça-feira. Também nas últimas 24 horas foram dados como recuperadas 3475 pessoas, num total de 110.353 desde o início da pandemia.

As autoridades de saúde têm agora sob vigilância 89.107 pessoas, menos 956 nas últimas 24 horas.

  • Não estou de acordo

    Opinião

    Não estou de acordo com métodos medievais para enfrentar uma pandemia. Se os vírus evoluíram, a organização da sociedade também deveria ter evoluído o suficiente para os combater de outra forma. O recolher obrigatório é próprio dos tempos obscuros e das sociedades não democráticas. Proibir as pessoas de circular na rua asfixia a economia e não elimina a pandemia.

    José Gomes Ferreira