Coronavírus

Covid-19 no mundo: as últimas do México, Coreia do Sul, Brasil e Índia

Coreia do Sul reforça restrições, a Índia começa a dar sinais consistentes de uma diminuição dos casos diários.

Especial Coronavírus

Enquanto a Coreia do Sul reforça restrições, o presidente mexicano sugere que confinamentos são "ditaduras". Já a Índia começa a dar sinais consistentes de uma diminuição dos casos diários. Em sentido contrário, no Brasil, o aumento de infeções preocupa os especialistas que temem o colapso da rede de saúde pública.

O aumento de casos na Coreia do Sul obrigou ao adiamento por duas semanas dos exames para ingressar no ensino superior. Tudo para garantir segurança aos quase 500 mil alunos pré-universitários, incluindo 35 com covid-19 que fizeram o exame à distância. A Coreia do Sul está a realizar cada vez mais testes e reforçou as restrições, em sentido contrário parece querer avançar o presidente mexicano que sugeriu que os políticos que impõem confinamentos ou recolher obrigatório estão a agir como ditadores.

O México é o 4º país do mundo com mais vítimas mortais por covid-19 logo a seguir à Índia que, apesar de estar quase a atingir as 139 mil mortes, tem dado sinais consistentes na diminuição dos contágios. Ainda assim ronda as 50 mil infeções por dia, o mesmo valor registado no Brasil nas ultimas 24 horas.

Um dos principais centros de investigação do país alerta que, no Rio de Janeiro, a rede de saúde pública já está a dar sinais de colapso e que é urgente reforçar os hospitais, antes do natal e das comemorações do fim do ano, altura em que se teme um novo aumento do número de infeções no país.

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