Coronavírus

Número de novos casos e de óbitos por covid-19 no Brasil cai para menos de metade em 24 horas

Fabio Motta

Brasil com 24.605 novos casos e 462 mortes nas últimas 24 horas.

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O número de novos casos de covid-19 e de óbitos no Brasil caiu para menos de metade em 24 horas, de acordo com a última atualização de dados, que revela 24.605 novas infeções confirmadas e 462 mortes.

Segundo os dados do Ministério da Saúde brasileiro, há hoje registo de 24.605 novos casos confirmados de infeção por covid-19, contra os 56.773 registados na quinta-feira, e 462 óbitos, contra os 1.074 do dia anterior.

Os totais acumulados são agora de 7.700.578 casos de covid-19 confirmados desde o início da pandemia e 195.411 mortes.

Os dados oficiais indicam ainda que o Brasil regista um total de 6.756.284 doentes recuperados e 748.883 pessoas em acompanhamento médico.

Os estados de São Paulo, com 1.466.191 casos; de Minas Gerais, com 546.844 casos; e da Bahia, com 494.684 casos, são os estados com maior número de infeções registadas desde o início da pandemia.

Quanto ao total de mortes por estado, a lista é liderada também por São Paulo, com 46.775 mortes registadas, seguindo-se o Rio de Janeiro com 26.500 óbitos e Minas Gerais, com 12.001 óbitos.

Plano de vacinação no Brasil

O Governo brasileiro anunciou recentemente um plano de vacinação que prevê que os brasileiros serão imunizados num período total de 16 meses com um processo de cinco fases. O plano, porém, ainda não tem data para começar.

O país aguarda os resultados da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford para começar a vacinação porque comprou 100 milhões de doses deste imunizante antecipadamente.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável pela liberação de medicamentos no Brasil, informou hoje em nota que a Fundação Oswaldo Cruz, instituição científica brasileira que testa a vacina da Universidade de Oxford e deverá fabricá-la no país, entregará todos os documentos e apresentará o pedido de registo do medicamento até 15 de janeiro.

O uso da vacina da Universidade de Oxford já foi autorizado nesta quarta-feira pelo Reino Unido e Argentina.

Já o laboratório União Química, que tem licença para produzir a vacina russa Sputnik V contra a covid-19 no Brasil, garantiu que solicitará à Anvisa uma autorização para uso emergencial do imunizante em janeiro.

O laboratório pediu à agência reguladora do Governo brasileiro uma autorização para testar a Sputnik V massivamente em pacientes no país na última terça-feira.