Coronavírus

Médicos e farmacêuticos dizem que está a aumentar o risco de se morrer de uma doença que não a covid-19

Especialistas alertam que as medidas extraordinárias de confinamento produzem efeitos mais gravosos para a sociedade do que a pandemia.

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Numa carta aberta, médicos e farmacêuticos manifestaram-se contra a tomada de medidas extraordinárias de confinamento para combater a pandemia.

Os profissionais da saúde alertam que estas medidas produzem efeitos mais gravosos para a sociedade do que a própria covid-19.

Os especialistas defendem que a pandemia continue a ser prioritária, mas com outras medidas de combate.

Pedem medidas adequadas, como a aceleração da vacinação, simplificando o processo, e apelam também para que se envolvam agentes da sociedade civil, como por exemplo as farmácias, de forma a aumentar rapidamente a cobertura vacinal.

Médicos e farmacêuticos defendem também o aperfeiçoamento da vigilância epidemiológica, que consideram estar a ser um insucesso no país.

Sublinham ainda que, nos últimos 14 dias, a taxa de mortalidade pelo SARS-Cov-2 foi de 0,03 por 100 mil habitantes contra uma taxa de mortalidade por outras doenças e causas de morte de 2,7 por 100 mil.

Consideram por isso que está a aumentar o risco em Portugal de se morrer por uma doença que não a covid-19.

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