Coronavírus

Não, ainda não acabou: covid-19 ganha força na Europa

Europa de Leste e Reino Unido em alerta com números altos de infeções.

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A Europa de Leste está a enfrentar novos surtos de covid-19 e, na Rússia, os mais velhos devem ficar em casa durante os próximos quatro meses, quando, no Reino Unido, a preocupação é com os mais novos.

Reino Unido em alerta (outra vez)

Quase 210 mil alunos ingleses estão em casa devido à pandemia e, destes, metade testaram positivo, depois de a campanha de vacinação dos 12 aos 15 anos não ter tido a adesão esperada.

O aumento de casos entre crianças alimenta receios de que os casos se espalhem aos mais velhos e vulneráveis gerando, com o Inverno, a tempestade perfeita para o Serviço Nacional de Saúde.

A taxa de óbitos por milhão de habitantes no Reino Unido é três vezes superior à registada em França, na Alemanha ou em Itália, sendo superior a 800 mortes nos últimos 7 dias e tendo falecido, só nas últimas 24 horas, 223 doentes, o número mais elevado desde março.

Fraca vacinação deixa alguns a Leste da recuperação

Na Europa de Leste, a baixa taxa de vacinação de alguns países reflete-se num aumento do número de mortes por covid-19.

Na Roménia, com apenas um terço da população vacinada, há um óbito a cada cinco minutos.

A Letónia vai voltar a entrar em confinamento, durante 4 semanas, e impõe um recolher obrigatório, sendo a taxa de vacinação de 50% neste país, uma das mais baixas da União Europeia.

Na Polónia, onde só metade da população está vacinada, os casos diários de covid-19 aumentaram quase 85% numa semana.

Já a Rússia volta a registar um recorde de mortes pela covid-19, com mais de mil óbitos nas últimas 24 horas, e as autoridades de Moscovo anunciaram esta terça-feira o isolamento em casa dos mais idosos, durante os próximos 4 meses.

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