Crise na Venezuela

Militares fiéis a Maduro admitem recorrer às armas

Carlos Jasso

Guaidó anunciou que os militares deram "finalmente e de vez o passo" para o acompanhar e conseguir "o fim definitivo da usurpação" do Governo do Presidente Nicolás Maduro.

Um grupo de militares fiéis a Nicolás Maduro disse esta terça-feira que o golpe de Estado na Venezuela é uma "guerra híbrida", que tem como "propósito claro" derrotar um Governo "legitimo e eleito pelo povo".

As declarações foram feitas pelo ministro da Defesa da Venezuela, numa conferência de imprensa, na qual admitiu que "se for preciso" irão ser usadas armas.

Vladimir Padrino López fala num "momento histórico de assédio, ameaças e agressões", e diz que este movimento atenta contra a paz e o sossego da cidadania. Declara também que o golpe de Estado está a ter o apoio dos Estados Unidos da América.

O ministro assegura ainda que não vai permitir nenhuma agressão contra a lei, a democracia e a constituição.

  • Como não gastar dinheiro com os números começados por 707
    6:46