Da Quinta Falcão até à Casa Branca, há muito que Cristiano Ronaldo é maior do que a Madeira. Mas na ilha onde nasceu, os passos que dá são vistos com interesse e o encontro com Donald Trump foi seguido com o entusiasmo.
"Fiquei contente porque ele é madeirense e português", diz um popular. "Fica bem para a Madeira", considera outro.
E calhou ser um madeirense o primeiro atleta a ser recebido pelo presidente dos Estados Unidos da América.
O que não caiu bem foi ter usado um passaporte diplomático da Arábia Saudita.
"Isso é que eu já não acho tão bem", afirma um madeirense. "Quando somos portugueses devemos levar o nome de Portugal a todo o mundo", frisa outra pessoa.
"É uma figura incontornável"
O facto surpreendeu, mesmo entre os turistas que tiram fotografias à estátua. Mas até isso se desculpa.
"É uma figura incontornável a nível do desporto. Ninguém lhe leva a mal", garante um dos entrevistados.
E, na Madeira, os méritos de Ronaldo há muito que são reconhecidos e foi não preciso o encontro com Donald Trump para ter uma estátua, um museu e o nome no aeroporto.
