No encerramento da campanha da AD, Luís Montenegro garantiu ter uma liderança “ética e transparente”, acusando os adversários de tentarem atacar a AD pela “via mais fácil”.
“É uma liderança transparente e uma liderança ética. Bem sei que aqueles que não conseguiram contrapor o projeto e contraditar a equipa tentaram ir pela via mais fácil, que era atacar o líder.”
Montenegro disse ter uma postura diferente, de não atacar os adversários, mas quis deixar a defesa da sua atitude ao longo deste processo: "Sujeito-me, não me queixo, a todo o escrutínio, a toda a avaliação, mas nunca ninguém foi tão transparente como eu fui".
"Continuarei a ser e continuarei a agir como sempre agi, como até aqui, nunca farei a ninguém aquilo que me quiseram fazer a mim", afirmou.
Procurando fazer um contraponto com os seus adversários políticos, sem nunca os nomear, o líder do PSD disse não querer "impor o seu pensamento ou projeto a atacar os outros".
"Eu estou aqui para apresentar soluções e executar o que proponho", disse.
Na reta final da sua intervenção, Montenegro deixou o derradeiro apelo ao voto em nome da estabilidade, que fez ao longo de toda a campanha, enfatizando que a situação internacional é de "instabilidade e de perigo".
"Eu sei que as portuguesas e os portugueses são os primeiros a querer alcançar essa estabilidade e a ter um governo que possa ter a oportunidade de executar o seu programa e ser depois julgado por isso. Eu confio na vossa avaliação. Eu confio no vosso juízo. Eu confio na vossa decisão", referiu.
Com Lusa