Presidenciais

Candidatos presidenciais divididos sobre nova estrutura regional do SNS

A decisão governamental de criar cinco vice-presidentes regionais para a saúde dominou o debate na pré-campanha das eleições presidenciais, com candidatos divididos sobre a nomeação de diretores executivos do SNS. Se uns veem esta medida como marketing político, outros questionam a sua eficácia real.

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A decisão do Governo de criar cinco vice-presidentes regionais para a saúde foi o tema do dia na pré-campanha das eleições presidenciais.

Foi o assunto inevitável, com os candidatos divididos sobre a ideia de nomear um diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde para cada uma das cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) do país. A proposta surgiu como uma tentativa de desmanchar o que ainda há pouco tempo tinha sido mudado.

Este movimento do Executivo, considerado por alguns como marketing na área da saúde, foi descrito por alguns candidatos como um pequeno passo, mais uma estratégia publicitária do Governo do que uma mudança real.

Por outro lado, o candidato que recentemente pediu dois referendos, um deles sobre a eutanásia, também se referiu a essa questão, com a ideia de que o governo estava mais interessado em criar uma imagem do que em promover uma verdadeira mudança no sistema de saúde.

Luís Marques Mendes disse que, ao receber o documento da Assembleia da República, o enviará de volta para o Tribunal Constitucional.

Também passou pelo crivo de alguns candidatos o incómodo de Gouveia e Melo, quando foi questionado sobre o apoio público que José Sócrates lhe manifestou.