Presidenciais

Seguro diz que aumento dos "ataques de todos" é prova que está a fazer "a campanha certa"

António José Seguro esteve esta terça-feira no Alentejo e no Algarve. Disse que, com ele, em Belém os interesses ficam à porta e recusou-se a responder a Luís Montenegro, para evitar conflitos futuros.

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António José Seguro afirmou esta terça-feira que o aumento dos "ataques de todos" contra si prova que está a fazer "a campanha certa".

"Nos últimos dias aumentaram os ataques de todos os candidatos contra mim. Isso reflete que eu estou a fazer a campanha certa e estou a ter as preocupações corretas", afirmou nas ruas de Grândola, em Setúbal, no arranque do terceiro dia oficial de campanha para as presidenciais.

Questionado sobre a resposta de Catarina Martins ao seu apelo de voto útil e as recentes acusações da candidata apoiada pelo BE, o antigo líder do PS foi perentório: "Eu não me engano nos meus adversários".

"Os dados são muito simples: só há um candidato do centro-esquerda e da esquerda que pode passar à segunda volta. Essa é uma realidade, é um facto. Aquilo que eu apelo é a todos os portugueses que queiram ter esse candidato na segunda volta que votem em Seguro", disse.

De acordo com Seguro, é o voto em si que "garante que quem defende a dignidade, o estado social e a Constituição esteja na segunda volta", prometendo que "é um voto contra o extremismo, contra os populismos", ou seja, "é o voto que conta".

"A minha mira está apontada para ganhar as eleições e para fomentar todas as convergências de modo a que os partidos e a política perceba que só faz sentido se for para resolver os problemas dos portugueses", respondeu.

Com Lusa