Presidenciais 2026

Ventura defende modelo norte-americano e italiano para escolha do Procurador-Geral da República

Numa conferência com jovens universitários, o candidato presidencial intensificou os ataques a António José Seguro, questionando a sua preparação para o cargo e acusando-o de querer levar o Partido Socialista de regresso ao Governo.

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André Ventura voltou ao tema da Justiça para apontar os Estados Unidos e a Itália como exemplos de nomeação do procurador-geral, onde não há interferência do poder político.

Numa conferência para jovens universitários, voltou aos ataques a António José Seguro, que disse estar a fazer de tudo para levar o PS de novo para o Governo.

O único debate da segunda volta está feito, mas há um assunto pendente. André Ventura quer que o Procurador-Geral da República deixe de ser nomeado pelo Governo e tem sugestões para o país seguir.

Mexer na justiça é mais uma bandeira de um candidato que garante que quer tornar o país mais livre. Numa segunda volta, é fácil centralizar ataques.

Para este encontro com jovens, Ventura trouxe uma ideia que repetiu várias vezes no debate da televisão: Seguro não está preparado para a função.

E Ventura vê mais um risco na eleição de Seguro. Agora que já não são os apoios de Seguro a dominar a agenda, Ventura volta a apelar a uma divisão entre socialistas e anti-socialistas, à espera de conseguir o voto da direita.

Os momentos quentes do debate entre Seguro e Ventura com "política de empadão" à mistura