André Ventura voltou ao tema da Justiça para apontar os Estados Unidos e a Itália como exemplos de nomeação do procurador-geral, onde não há interferência do poder político.
Numa conferência para jovens universitários, voltou aos ataques a António José Seguro, que disse estar a fazer de tudo para levar o PS de novo para o Governo.
O único debate da segunda volta está feito, mas há um assunto pendente. André Ventura quer que o Procurador-Geral da República deixe de ser nomeado pelo Governo e tem sugestões para o país seguir.
Mexer na justiça é mais uma bandeira de um candidato que garante que quer tornar o país mais livre. Numa segunda volta, é fácil centralizar ataques.
Para este encontro com jovens, Ventura trouxe uma ideia que repetiu várias vezes no debate da televisão: Seguro não está preparado para a função.
E Ventura vê mais um risco na eleição de Seguro. Agora que já não são os apoios de Seguro a dominar a agenda, Ventura volta a apelar a uma divisão entre socialistas e anti-socialistas, à espera de conseguir o voto da direita.