Estavam entre os ministros mais contestados. Margarida Blasco deixa de liderar a Administração Interna, mas Ana Paula Martins acaba reconduzida na pasta da Saúde.
O último ano fica marcado pela polémica com as falhas no atendimento do INEM durante uma greve, e com um Plano de Transformação na Saúde com duas medidas urgentes e seis prioritárias por concluir.
Um plano de emergência que não incluía a saúde oral. A Ordem dos Dentistas dá o voto de confiança, mas espera que a história não se repita. A Federação Nacional dos Médicos (FNAM), que ficou fora das negociações com a ministra, vê com profunda preocupação a continuidade de Ana Paula Martins.
No setor, há quem esteja a favor da estabilidade, como é o caso da Ordem dos Farmacêuticos, do Sindicato Nacional dos Enfermeiros e do Sindicato Independente dos Médicos.
Margarida Blasco deixa MAI
De fora do Governo está Margarida Blasco. Entra Maria Lúcia Amaral para a Administração Interna, com o desafio, por exemplo, de retomar negociações com os polícias.
Também a Associação da GNR vai já pedir uma reunião com a nova titular da pasta, para recomeçar as negociações sobre as tabelas remuneratórias, carreiras e revisão dos suplementos esperando que o tempo que a nova ministra precisa para conhecer estas matérias seja o mais curto possível.
