Vários países árabes saudaram o acordo entre Israel e o Hamas para um cessar-fogo em Gaza e para a libertação de reféns, instando as partes a cumpri-lo e a comunidade internacional a iniciar a reconstrução do enclave.
O ministro dos Negócios Estrangeiros dos Emirados Árabes Unidos enfatizou, em comunicado, "a necessidade de ambos os lados cumprirem os acordos e compromissos alcançados para pôr fim ao sofrimento dos prisioneiros palestinianos e dos reféns israelitas".
Reiterou ainda a posição firme dos Emirados sobre a necessidade de "entregar urgente e sustentavelmente ajuda humanitária aos necessitados e permitir o seu fluxo por todos os meios e sem obstáculos", com o objetivo de pôr fim às condições humanitárias críticas que os civis enfrentam há mais de 15 meses.