Guerra no Médio Oriente

Correspondente SIC

Milhares de israelitas prestam homenagem na praça dos reféns

Com as notícias que chegam do Hamas e a aproximação do 7 de outubro, milhares de pessoas voltaram a juntar-se na Praça dos Reféns, em Telavive. Negociações para acabar com a guerra começam este domingo no Cairo, Egito, com a presença de um enviado de Trump.

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Foi há dois anos que o ataque do Hamas, que apanhou Israel de surpresa, fez 1.205 mortos, na maioria civis, incluindo os reféns que morreram em cativeiro. O ataque espoletou a guerra no Médio Oriente que, apesar de já haver um plano de paz proposto pelos EUA, não parece ter fim à vista.

Israel vive agora um momento de expectativa pelo fim da guerra. Donald Trump está determinado a colocar um ponto final neste conflito, embora as motivações possam estar relacionadas com o prémio Nobel da paz, uma ambição do presidente norte-americano, mas tal não é sinónimo de uma resolução fácil.

O Exército israelita anunciou a sua intenção de continuar as suas operações em Gaza, apesar dos apelos das famílias dos reféns e de Donald Trump para cessar imediatamente os bombardeamentos, após um acordo do Hamas para libertar os reféns.

O acordo assinado não tem inviabilizado os bombardeamentos, mesmo com Trump a sublinhar que Israel deve "interromper imediatamente" os ataques a Gaza, após o movimento islamita palestiniano Hamas mostrar-se pronto para uma paz "duradoura".

As negociações para acabar com a guerra começam este domingo no Cairo, Egito, com a presença de um enviado de Trump.

Steve Witkoff chega esta noite ao Egito. Além dos EUA, o Egito e o Qatar são mediadores entre o Hamas e Israel.

Na sexta-feira, o movimento islamita palestiniano Hamas declarou estar disposto a libertar todos os reféns, mas disse querer discutir o plano de paz, apresentado por Trump.