Guerra Rússia-Ucrânia

“A guerra voltou à Europa”

France’s President Emmanuel Macron delivers a speech to representatives of the agricultural world after a speech as he visits the International Agriculture Fair (Salon de l’Agriculture) at the Porte de Versailles exhibition centre in Paris, on February 26, 2022. – The International Agricultural Show is the must-attend event for all those involved in the agricultural world. This edition will be held from February 26 to March 6, 2022 at Paris Expo Porte de Versailles. (Photo by Ludovic MARIN / POOL / AFP) (Photo by LUDOVIC MARIN/POOL/AFP via Getty Images)
France’s President Emmanuel Macron delivers a speech to representatives of the agricultural world after a speech as he visits the International Agriculture Fair (Salon de l’Agriculture) at the Porte de Versailles exhibition centre in Paris, on February 26, 2022. – The International Agricultural Show is the must-attend event for all those involved in the agricultural world. This edition will be held from February 26 to March 6, 2022 at Paris Expo Porte de Versailles. (Photo by Ludovic MARIN / POOL / AFP) (Photo by LUDOVIC MARIN/POOL/AFP via Getty Images)

Emmanuel Macron alerta que o conflito na Ucrânia “vai durar” e que é preciso estar preparado.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, alertou que a guerra na Ucrânia “vai durar” e que todos “devem estar preparados”, indicando que o governo está a preparar um “plano de resiliência” para lidar com as consequências económicas desta crise.

“A guerra voltou à Europa (…). Se tivesse de vos dar uma convicção esta manhã é a de que esta guerra vai durar”, disse o Presidente francês, dirigindo-se aos participantes da Feira Agrícola Internacional de Paris, que hoje inaugurou.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos mais de 120 mortos, incluindo civis, e centenas de feridos, em território ucraniano, segundo Kiev. A ONU deu conta de 100.000 deslocados no primeiro dia de combates.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa “desmilitarizar e ‘desnazificar'” o seu vizinho e que era a única maneira de o país se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário, dependendo de seus “resultados” e “relevância”.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), UE e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.

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