Após 13 dias de combates, mais de dois milhões de pessoas já fugiram da Ucrânia, naquela que já é classificada pela ONU como a crise de refugiados com o crescimento mais rápido na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945). Em resposta ao apelo de Zelensky, Estados Unidos e Reino Unido anunciaram novas sanções cujo foco são as importações de gás e petróleo russos. No terreno, a ofensiva russa parece ter abrandado mas, tudo indica, que o esteja a fazer apenas para se reorganizar e reabastecer antes do assalto à capital Kiev, que se prevê que aconteça nas próximas 24 a 96 horas. Esta tarde, na primeira vez que um líder estrangeiro discursou (à distância) no Parlamento britânico, o Presidente Zelensky garantiu que vão continuar a lutar. “Não vamos desistir, não vamos perder”, afirmou, deixando um apelo: “Façam o que puderem”.
Guerra na Ucrânia ao minuto: 5.000 ucranianos saem de Sumy, Zelensky diz que não vai insistir na adesão à NATO
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