Guerra Rússia-Ucrânia

Reconquista de Lyman é a maior vitória da Ucrânia desde o início da contraofensiva

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O Papa Francisco deixa um apelo aos Presidentes da Rússia e da Ucrânia.

O Papa Francisco fez, este domingo, um apelo ao Presidente russo, Vladimir Putin, para parar a guerra na Ucrânia. Pediu também a Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, para estar aberto às propostas de paz. Isto numa altura em que o exército ucraniano está a ter progressos na zona do Donbas.

A comunicação de Volodymyr Zelensky surge um dia depois de as tropas ucranianas entrarem em Lyman. A estratégica cidade foi ocupada pelas forças russas em maio e, durante quatro meses, serviu de centro logístico e comunicacional para a região de Donetsk.

A reconquista de Lyman é a maior vitória da Ucrânia no terreno, desde o início da contraofensiva, há cerca de um mês. Coincide também com o anúncio de Vladimir Putin da anexação de quatro territórios ucranianos à Rússia.

O pedido de adesão à NATO, assinado na sexta-feira por Zelensy, foi apoiado, este domingo, por nove países da aliança – entre os quais Roménia, Polónia, Letónia ou República Checa. Na Rússia, continuam os treinos dos reservistas recém-mobilizados.

O Ministério de Defesa da Ucrânia diz que mais de 60.000 soldados russos já morreram na guerra, uma informação que Moscovo contradiz. Garante que o número de mortos não chega aos 6.000.

No Vaticano, Papa Francisco apelou ao Presidente russo para parar com a guerra. O pontífice pediu também ao Presidente ucraniano para estar aberto a qualquer proposta de paz. Mas Zelensky já veio dizer que só se sentará para negociações quando a Rússia for liderada por um outro Presidente.

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