Guerra Rússia-Ucrânia

Negociações de paz na Ucrânia? "A novidade é não haver novidades"

Opinião

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A análise de Germano Almeida, comentador da SIC.

Depois da retirada de Kherson, o "foco volta a estar em Zaporíjia", explica o comentador da SIC, Germano Almeida. Na Central Nuclear desta cidade no sul da Ucrânia foram registados novos bombardeamentos e alguns edifícios terão ficado danificados.

Em concreto não se sabe o que aconteceu, o que se sabe é que foi uma "loucura e irresponsabilidade", diz o comentador da SIC, que cita o diretor da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi, que deixou ainda um alerta e avisando que, quem está por trás destes ataques, está a brincar com o fogo.

"E depois é o habitual - Ucrânia acusa a Rússia, a Rússia acusa a Ucrânia", afirma Germano Almeida.

O foco da guerra nesta altura está concentrado em Zaporíjia e Crimeia, numa altura em que "Kherson está de facto a voltar a ser dominado pelos ucranianos" e "a voltar ao normal dentro do possível". No entanto, a "situação ainda está muito volátil".

Quanto à negociações de paz, Germano Almeida considera que "a novidade é não haver novidades".

"Zelensky deixou muito claro que negociar a paz será quando os russo retirarem as tropas da Ucrânia, aceitarem pagar reparações de guerra irem a julgamentos de crimes de guerra e saírem da Crimeia."

O comentador da SIC considera que "não vai acontecer" e a “guerra vai continuar”, pelo menos "enquanto a Rússia tiver o comportamento que todos os dias mostra na Ucrânia".

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