Um ano de Guerra na Ucrânia
Vadim Ghirda/AP

Terminado

Guerra Rússia-Ucrânia

Um ano de Guerra na Ucrânia

No dia em que o mundo assinalou um ano de guerra na Ucrânia, a UE deu luz verde ao 10.º pacote de sanções à Rússia. Zelensky acredita que 2023 será o ano da vitória, da China chega um “plano de paz” e do G7 ameaças aos países que ajudarem a Rússia.

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Encontro com Xi Jinping está nos planos de Zelensky

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Lusa

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou hoje que planeia encontrar-se com o homólogo chinês Xi Jinping, lembrando que a China "respeita a integridade territorial" dos países e deve "fazer os possíveis para retirar a Rússia" da Ucrânia.

"Antes de mais, tenho planos para me encontrar com Xi Jinping", sublinhou Zelensky numa conferência de imprensa com jornalistas estrangeiros em Kiev, no dia em que se assinala um ano desde o início da invasão russa da Ucrânia.

O governante considerou o encontro "positivo" para os dois países e "para a segurança do mundo", noticiou a agência Efe.

Zelensky acrescentou que "a China respeita a integridade territorial" dos países e que, "por isso, deve fazer todo o possível para retirar a Rússia" do território ucraniano.

O chefe de Estado ucraniano manifestou também esperança de que a China não envie armas para a Rússia, decisão que os Estados Unidos consideram que Pequim está a ponderar, garantindo que está a trabalhar para impedir essa realidade.

Viver o "24 de fevereiro" em Kiev

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O dia 24 de fevereiro em Kiev foi vivido de forma emotiva e ficou marcado pela dor e angústia. O relato é do jornalista da SIC na capital ucraniana, João Nuno Assunção.

Visita do Presidente Marcelo a Kiev? "Será no verão"

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Lusa

O Presidente da República adiantou esta sexta-feira que a sua visita a Kiev, na Ucrânia, ocorrerá provavelmente no verão, estando a aguardar a chegada da nova embaixadora da Ucrânia em Portugal, "talvez" em abril, para a começar a preparar.

"Talvez em abril, não ainda em março, e a partir daí é só começar a preparar. Já podia ter sido o ano passado, mas depois não calhou, por causa de um compromisso internacional (...) provavelmente será no verão", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, antes de iniciar um jantar com refugiados ucranianos que estão a tirar o curso de cozinha, em parceria com a Associação Mezze, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa.

O chefe de Estado reiterou o apoio de Portugal à Ucrânia, que hoje completa um ano de conflito militar com a Rússia, nomeadamente no setor humanitário, financeiro, militar, lembrando o apoio já anunciado pelo Governo.

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A ameaça do G7 aos países que ajudam a Rússia

Um ano de Guerra na Ucrânia

Lusa

Um ano de Guerra na Ucrânia
Christophe Petit Tesson/AP

"Pedimos a países terceiros e a outros atores internacionais que procuram contornar ou enfraquecer as nossas medidas para porem fim à sua ajuda material à guerra protagonizada pela Rússia, sob pena de se sujeitarem a consequências severas", declararam os dirigentes do G7, num comunicado aprovado no final de uma reunião virtual, realizada no dia do primeiro aniversário da invasão russa da Ucrânia.

O grupo dos sete países mais industrializados do mundo, constituído por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, e com uma representação da União Europeia (UE), a que se juntou o Presidente da República ucraniano, Volodymyr Zelensky, reiteraram igualmente nessa reunião, sob a presidência japonesa, o seu "apoio inabalável" à Ucrânia e advertiram Moscovo contra um eventual recurso a armas nucleares.

"Para dissuadir em todo o mundo esse tipo de atividade, vamos adotar medidas contra os atores de países terceiros que estão a fornecer apoio material à guerra desencadeada pela Rússia na Ucrânia", acrescentaram.

Os membros do G7 asseguraram ainda estar "empenhados em impedir a Rússia de encontrar novos meios de obter materiais, tecnologias e equipamentos militares e industriais avançados", inclusive procedentes de países ocidentais.