Guerra Rússia-Ucrânia

Bakhmut: tropas russas ganham terreno no palco mais sangrento desta guerra

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Sem tiros, mas no centro deste conflito outros dois casos marcam o dia: Em Kiev, um grupo de fiéis impediu a polícia de controlar oficialmente o principal mosteiro ortodoxo ucraniano e a detenção de um cidadão russo por comentários contra as Forças Armadas russas.

Se o mundo for mais rápido e determinado, a guerra acaba mais cedo. A afirmação é do Presidente da Ucrânia noutro dia marcado, ainda, pela batalha de Bakhmut, no leste do país.

Em Bakhmut, os soldados ucranianos resistem ao avanço russo e esperam pela chegada de armamento ocidental e pelas ordens para a contraofensiva no Donbass.

“Esperamos fortalecer-nos com os novos veículos militares. Estes veículos estão atualizados, são modernos, têm armas melhores e, portanto, temos melhores possibilidades", disse um soldado.

Kiev admite que as tropas russas estão a ganhar terreno em Bakhmut – o palco da batalha mais longa e sangrenta desta guerra.

Sem tiros, mas no centro deste conflito outros dois casos marcam o dia: Em Kiev, um grupo de fiéis impediu a polícia de controlar oficialmente o principal mosteiro ortodoxo ucraniano. Acusados de obedecer ao Patriarcado de Moscovo, de albergarem agentes pró-russos (acusações que já negaram), os monges continuam a recusar obedecer à ordem de expulsão do complexo de Pechersk Lavra.

Já na vizinha Bielorrússia, foi detido Aleksei Zakhtov, um cidadão russo de 54 anos que fugiu da prisão domiciliária em território russo. Foi condenado a uma pena de dois anos por comentários nas redes sociais contra as atrocidades das forças armadas russas.

As críticas foram investigadas pelas autoridades na sequência de um desenho pró-ucraniano feito pela filha, Masha, que foi já separada do pai e entregue a uma instituição estatal.