Jogos Olímpicos

Céline Dion: porque é que a atuação nos Jogos Olímpicos foi tão especial?

Foi um momento arrepiante que fechou a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, com Céline Dion a cantar a partir do primeiro andar da Torre Eiffel. Foi a primeira vez , em quatro anos, que a cantora se apresentou em público, após ter sido diagnosticada com uma doença neurológica rara.

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Os primeiros acordes do "Hino ao Amor" de Edith Piaf começaram assim que o balão com a chama olímpica subiu ao céu. As atenções rapidamente se voltaram para um ponto branco no 1.º andar da Torre Eiffel, confirmando os rumores: Céline Dion estava de volta e a cantar ao vivo. Foi um momento muito emotivo tanto para os fãs, que há quatro anos não ouviam a cantora ao vivo, quanto para Céline, que foi recebida calorosamente à saída do "palco".

Este sábado, uma multidão esperava Céline à porta do hotel em Paris. A cantora parou, tirou dezenas de fotografias e deu autógrafos, marcando o retorno triunfante. Céline Dion, com 56 anos de vida e mais de 40 de carreira, revelou em 2022 ter sido diagnosticada com a Síndrome da Pessoa Rígida, uma doença rara e incurável que provoca rigidez muscular, dores no corpo e espasmos, que afetam diretamente a voz.

Os médicos temiam que fosse o fim da carreira de Céline Dion. Contudo, um documentário lançado recentemente mostra a lenta recuperação da cantora, incluindo as horas de fisioterapia e a luta para voltar a fazer o que sempre fez: cantar. Após várias tentativas, Céline conseguiu gravar a nova música "Love Again".

O regresso é particularmente simbólico, pois Céline já tinha participado na abertura dos Jogos Olímpicos em 1996, em Atlanta. O momento na Torre Eiffel marcou não apenas um regresso musical, mas também uma vitória pessoal contra as adversidades impostas pela sua condição de saúde.

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