Liga dos Campeões

Benfica na Champions: o histórico positivo com PSG e Juventus e a estreia com Maccabi Haifa

Benfica na Champions: o histórico positivo com PSG e Juventus e a estreia com Maccabi Haifa
Julian Finney
“Águias” defrontam italianos, franceses e israelistas no Grupo H.

O histórico de confrontos com franceses do Paris Saint-Germain e os italianos da Juventus "sorri" ao Benfica, que enfrentará pela primeira vez os israelitas do Maccabi Haifa, no Grupo H da Liga dos Campeões de futebol, esta quinta-feira sorteado.

Quatro vitórias em seis jogos com Juventus

A turma italiana, que conta com duas Ligas dos Campeões no palmarés, em 1984/85 e 1995/96, tem sido um adversário de muito boa memória para as “águias”, que já levaram a melhor em duas meias-finais: a primeira em 1967/68, na então Taça dos Campeões Europeus, e outra em 2013/14, na Liga Europa, rumo a duas finais perdidas.

Com uma vitória por 2-0 em casa, com tentos de José Torres (63’) e Eusébio (69’), e um triunfo por 1-0 em Turim, com o “Pantera Negra” novamente a faturar (68’), o Benfica assegurou presença na sua quinta final da história, já após o bicampeonato europeu de 1960/61 e 1961/62, mas perdeu 4-1 com o Manchester United, após prolongamento.

Já em 2013/14, para a Liga Europa, as “águias” voltaram a levar a melhor sobre o clube italiano, com um 2-1 na Luz - golos de Garay (2’) e Lima (84’), contra um tento de Carlos Tévez (73’) - e um nulo em Turim, palco da final dessa mesma edição, em que o Sevilha venceu nas grandes penalidades (4-3), na sequência de um nulo no marcador.

Pelo meio, a Juventus logrou um êxito numa eliminatória frente ao Benfica, na então denominada Taça UEFA, em 1992/93, devido a um triunfo caseiro por 3-0 na segunda mão - Jurgen Kohler (2’), Dino Baggio (43’) e Fabrizio Ravanelli (67’) -, que anulou o 2-1 conquistado pelo Benfica no primeiro jogo, com um bis de Vítor Paneira (11’ e 80’), intercalado pela grande penalidade apontada com sucesso por Gianluca Vialli, aos 59’.

Três vitórias em seis jogos com Paris Saint-Germain

Contas feitas, são quatro triunfos, um empate e um desaire em seis jogos entre os dois históricos emblemas, enquanto, frente ao Paris Saint-Germain, o histórico é um pouco mais equilibrado, mas ainda assim favorável aos lisboetas: nos mesmos seis jogos, são três vitórias, uma igualdade e duas derrotas, com todos os encontros neste século XXI.

No Grupo C da Liga dos Campeões de 2013/14, os parisienses somaram um triunfo em casa, por 3-0, com dois tentos de Ibrahimovic (5’ e 30’) e um de Marquinhos (25’), e, na derradeira jornada, já apurados, saíram derrotados pelo Benfica, por 2-1, no Estádio da Luz - Lima, aos 45 minutos, de penálti, e Gaitán, aos 58’, anularam o tento inaugural de Cavani, aos 37’ -, um resultado, ainda assim, insuficiente para o apuramento dos portugueses, relegados para a Liga Europa com 10 pontos, no mesmo ano em que eliminaram a Juventus.

Antes, as duas formações já se tinham defrontado duas vezes, ambas a contar para os oitavos de final da segunda prova europeia de clubes, com o Benfica a levar a melhor.

Em 2006/07, os franceses ainda venceram a primeira mão, por 2-1, com golos do luso Pauleta (36’) e Frau (41’), contra o de Simão Sabrosa (9’), que, no segundo jogo, foi o “herói” benfiquista, com um bis, aos 12’ e 88’, este de grande penalidade, com o outro golo apontado por Petit, aos 27’, sendo que Pauleta voltou a faturar no rival, aos 32’.

Quatro anos depois, em 2010/11, Maxi Pereira (42’) e Franco Jara (81’) operaram a reviravolta na primeira mão, em Lisboa, depois do golo de Luyindula (14’), vantagem que conseguiram segurar no segundo encontro, em Paris, através de uma igualdade a uma bola, na qual Gaitán marcou para o Benfica, aos 27’, e Bodmer empatou, aos 35’.

A fase de grupos realiza-se em 6 e 7 de setembro (primeira jornada), 13 e 14 de setembro (segunda), 4 e 5 de outubro (terceira), 11 e 12 de outubro (quarta), 25 e 26 de outubro (quinta) e 1 e 2 de novembro (sexta e última).

A final da edição de 2022/23 da Liga dos Campeões vai ser disputada em 10 de junho de 2023, no Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul, depois de em 2020 e 2021 os embates finais terem sido disputados em Lisboa e no Porto, respetivamente, devido à pandemia de covid-19.

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