Tragédia no Meco

Tragédia do Meco: Supremo Tribunal "abre uma janela de esperança"

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O processo cível pedia mais de um milhão de euros de indemnizações.

O Supremo Tribunal aceitou o recurso do processo cível que os familiares das vítimas mortais no Meco colocaram contra a Universidade Lusófona e o antigo Dux. O advogado que representa os pais dos jovens diz que se abriu “uma janela de esperança” para tentarem conseguir uma indemnização.

Depois do processo crime ter sido arquivado, as famílias dos seis jovens da Universidade Lusófona que perderam a vida no Meco, deram entrada com um processo cível.

Pediam a João Gouveia, antigo dux, e à Universidade Lusófona, mais de 1 milhão de euros em indemnizações. As famílias perderam no Tribunal de Instância e no Tribunal da Relação. No entanto, aceitou agora o recurso da defesa.

Em dezembro de 2013, durante um fim de semana de preparação para as praxes na Universidade Lusófona, seis jovens morreram na praia do Meco, tendo apenas sobrevivido João Gouveia.

O Ministério Público e a Polícia Judiciária consideraram que não houve indícios de crime, mas os pais dos jovens nunca se conformaram.

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