Mundo dos Animais

"Passo histórico": IRA reconhecido como entidade de proteção e socorro com veículos prioritários

Para o presidente do IRA, Tomás Pires, o Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT) reconhecer a organização como uma entidade de proteção e socorro com veículos prioritários é um "passo histórico" na defesa e proteção animal.

"Passo histórico": IRA reconhecido como entidade de proteção e socorro com veículos prioritários
SIC

O Núcleo de Intervenção e Resgate Animal (IRA) já pode usar sirenes e sinalizadores de luz azuis durante a circulação para operações de resgate de animais. Portugal reconheceu-o como uma entidade de proteção e socorro com veículos prioritários.

Desta forma, as viaturas da organização não governamental vão poder usar avisos sonoros (sirenes) e luminosos azuis durante o "trânsito e circulação". Assim, têm "maior capacidade de resposta imediata" em operações de resgate de animais.

Para o presidente do IRA, Tomás Pires, o Instituto de Mobilidade e Transportes (IMT) reconhecer a organização como uma entidade de proteção e socorro com veículos prioritários é um "passo histórico" na defesa e proteção animal.

"É mais um passo no progresso da defesa animal nacional, elevando Portugal ao patamar dos países que reconhecem formalmente a proteção e o socorro animal como parte integrante da segurança e do bem-estar coletivo", afirma.

Numa publicação nas redes sociais, o responsável reafirma o "compromisso de continuar a servir Portugal e todos os seres vivos" com profissionalismo, dedicação e espírito de missão, honrando a confiança que o Estado e a sociedade civil depositam na organização.

“Este reconhecimento não é apenas uma vitória do IRA, mas sim de todos os que acreditam que os animais devem ter direito a uma resposta rápida e eficaz em situações de emergência. Portugal afirma-se, assim, como um exemplo de modernidade, humanidade e compaixão”, acrescenta o presidente do IRA.

O Núcleo de Intervenção e Resgate Animal, criado em 2016, conta atualmente com três delegações e mais de 60 colaboradores e atua, desde 2023, em articulação com a Proteção Civil. Recebe todos os dias dezenas de denúncias.