Duas semanas depois de completar 57 anos, surgem novas atualizações sobre o estado de saúde de Michael Schumacher. Em dezembro de 2013, o antigo piloto de Fórmula 1 sofreu um grave acidente de esqui nos Alpes franceses, que lhe provocou uma lesão cerebral severa, mantendo-o desde então numa recuperação complexa e prolongada, longe do conhecimento público.
A informação foi avançada pelo Daily Mail, que cita fontes próximas do heptacampeão mundial, embora estas declarações ainda não tenham sido confirmadas nem desmentidas oficialmente.
De acordo com o jornal britânico, Michael Schumacher “não estará mais acamado” e é transportado numa "cadeira de rodas por enfermeiros e terapeutas", que fazem parte de uma equipa médica que o acompanha 24 horas por dia, cujo custo ascende a milhares de libras por semana, além da esposa Corinna Schumacher.
A reportagem, publicada na sequência de uma visita do jornalista Jonathan McEvoy à casa de férias da família Schumacher, na ilha espanhola de Maiorca, revela ainda que, ao contrário do que havia sido noticiado pelo jornal alemão Bild, o antigo piloto de Fórmula 1 não esteve presente no casamento da filha Gina-Maria, realizado no mesmo local em outubro de 2024.
Segundo uma pessoa próxima da situação, que falou sob promessa de anonimato ao jornalista do Daily Mail, “não é possível ter a certeza de que ele compreende tudo, porque não consegue comunicar com ninguém. A sensação é de que percebe algumas das coisas que se passam à sua volta, mas provavelmente não todas”.
No ano passado, Felix Gorner, jornalista que acompanha de perto a família de Schumacher, escreveu um artigo sobre o então estado da lenda do automobilismo, para a estação alemã RTL. Segundo ele, Michael Schumacher precisa de cuidados constantes e depende totalmente das pessoas que o acompanham, não conseguindo já expressar-se verbalmente.
Quem são as três pessoas que podem visitar Schumacher?
Meses depois, o The Telegraph revelou o nome de três figuras do universo da Fórmula 1 receberam permissão para visitar Schumacher nos últimos anos. Um trio cuidadosamente escolhido pela mulher Corinna, "guardiã incansável" da sua privacidade.
Entre eles está Jean Todt, ex-diretor da Ferrari e amigo de longa data, presença fiel e discreta nos momentos mais difíceis. Ross Brawn, o engenheiro britânico que esteve ao lado de Schumacher nos dias dourados da Ferrari, Mercedes e Benetton, além de Gerhard Berger, antigo rival que, após os duelos intensos da década de 90, se tornou um amigo próximo de Michael Schumacher.

