O horário flexível está em risco para os tripulantes do grupo TAP. Este regime, que permite aos pais de menores de 12 anos recusar alguns horários, é também uma das alterações que o Governo quer fazer na reforma laboral, mas trabalhadores estão apreensivos.
A questão nunca foi pacífica dentro da TAP. Desde sempre que os pedidos de horário flexível foram parar à Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE).
Até aqui, ganhavam os trabalhadores sem qualquer condição. A empresa ganhou a possibilidade de fazer uma distribuição proporcional dos períodos de descanso, o chamado rateio.
À SIC, a CITE diz que há uma colisão de direitos entre trabalhadores.
O horário flexível é uma das alterações que o Governo pretende fazer na (contestada) reforma laboral em curso.
TAP encerrou infantário em 2023
Em 2023, a TAP encerrou o infantário. Nesse mesmo ano, numa negociação com os trabalhadores para desconvocar uma greve, a companhia comprometeu-se a aceitar os pedidos de horário flexível.
A TAP não respondeu a nenhuma das questões enviadas pela SIC.
Ficamos sem saber se o número de trabalhadores com horário flexível impede a operação da companhia.
