Os números da Covid-19

Portugal com mais 9 mortes e 1.610 casos de covid-19 em 24 horas

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O último balanço da Direção-Geral da Saúde.

Portugal contabiliza esta segunda-feira mais nove mortes e 1.610 novos casos de covid-19, segundo o relatório diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 17.301 mortes e 954.669 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 53.996 casos, menos 201 em relação ao dia anterior.

O boletim da DGS revela que estão internados 919 doentes, mais 40 do que ontem.

Nos cuidados intensivos estão 198 doentes.

Os dados indicam ainda que mais 1.802 foram dados como recuperados, fazendo subir para 883.372 o número total de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 80.684 contactos, mais 537 relativamente ao dia anterior.

TAXA DE INCIDÊNCIA E ÍNDICE DE TRANSMISSIBILIDADE

A taxa de incidência nacional subiu de 418,3 para 427,5 casos de infeção por 100 000 habitantes. No continente aumentou de 430,8 para 439,3 casos de infeção por 100 000 habitantes.

O R(t) nacional voltou a descer - tanto a nível nacional como no continente - de 1,07 para 1,04.

Os dados dos indíces R(t) e da incidência são atualizados à segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Novos casos por região e faixa etária

A maioria das novas infeções por SARS-CoV-2 regista-se, esta segunda-feira, na região do Norte (688), enquanto em Lisboa e Vale do Tejo há mais 519 pessoas contagiadas. Ambas as regiões concentram quase 75% dos casos registados nas últimas 24 horas.

A região de Lisboa e Vale do Tejo contabiliza agora no total 373.452 casos de infeção e, a região Norte, 370.347, refere a DGS.

No Centro registaram-se 74 novos casos (128.316 no total), no Alentejo há mais 51 casos (33.194 no total), no Algarve 177 novas infeções (total de 31.658), na Madeira 43 novos casos (10.472) e, nos Açores, mais 58, para um total de 7.230.

Os casos nas últimas 24 horas registam-se, sobretudo, até aos 59 anos, totalizando cerca de 90% das novas infeções, sendo em maior número entre os 10 e os 49 anos.

A fatia maior de novos contágios situa-se em pessoas com idades entre os 20 e os 29 anos (413), seguindo-se a faixa 30-39 anos (296), 10-19 (262), 40 aos 49 (213), até aos 9 anos (135), 50 aos 59 (127), 60 aos 69 (84), 70 aos 79 (42) e mais de 80 anos (36).

As infeções afetaram 437.843 homens e 516.185 mulheres, existindo ainda 641 casos desconhecidos.

Óbitos por região e faixa etária

As nove mortes das últimas 24 horas registaram-se nas regiões do Norte (cinco), Lisboa e Vale do Tejo (três), e Açores (uma).

Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais óbitos (7.382), seguindo-se o Norte (5.408), o Centro (3.039), o Alentejo (980), o Algarve (384), a Madeira (71) e os Açores (37). As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação disponibilizada no boletim da DGS.

Nas últimas 24 horas, morreram quatro pessoas com mais de 80 anos, três entre os 70 e os 79, uma entre os 60 e 69 anos e outra entre 50 e 59 anos.

Em Portugal morreram, desde o início da pandemia, 9.076 homens e 8.225 mulheres.

"Peritos vão propor que acabem as restrições horárias"

Luís Marques Mendes antecipou que é quase certo que vão acabar as restrições horárias que existem neste momento: nos restaurantes, nos espetáculos e no dever de recolhimento noturno.

No habitual espaço de comentário na SIC, Marques Mendes afirmou que os peritos vão propor o fim dessas medidas e que caberá ao Governo aprová-las.

Pandemia já matou pelo menos 4.163.235 pessoas no mundo

A pandemia de covid-19 matou, até hoje, pelo menos 4.163.235 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias francesa AFP com base em fontes oficiais.

Mais de 194.121.850 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

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Os números são baseados em relatórios diários das autoridades de saúde de cada país, recolhidos até às 11:00 em Lisboa, e excluem revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que, levando em consideração o excesso de mortalidade direta e indiretamente vinculado à covid-19, os resultados da pandemia podem ser duas a três vezes superiores aos registados oficialmente.