"O pirata do ar foi dominado, depois de uma operação das forças de segurança. Acabou", disse Huseyin Avni Mutlu aos jornalistas, no aeroporto Sabiha Goçken, em Istambul, onde o Boeing 737 da companhia turca Pegasus, com 110 pasageiros, esteve imobilizado durante várias horas.
O passageiro de nacionalidade ucraniano, de 45 anos, não tinha qualquer arma ou bomba, adiantou Mutlu.
"Durante a retirada dos passageiros do avião, que se fazia depois de uma negociação com o pirata do ar", um 'comando' infiltrou-se no aparelho e rapidamente dominou o homem", cerca das 20:00 horas de Lisboa, acrescentou.
O passageiro, ferido na operação, foi conduzido para uma esquadra de polícia para ser interrogado, pormenorizou Mutlu.
O aparelho era proveniente de Kharkiv, a segunda maior cidade ucraniana, e dirigia-se para Istambul, quando o passageiro exigiu a mudança de rota para Sochi, ameaçando detonar uma bomba.
Lusa
