O ataque mais mortífero foi um atentado com um carro armadilhado dirigido contra um posto de controlo militar na zona de Al Boalun, a norte da cidade de Faluya, na provincia de Al Anbar, que causou a morte a sete soldados iraquianos e ferimentos noutros quatro.
De acordo com a mesma fonte, três membros das forças especiais morreram e outros quatro ficaram feridos na sequência da explosão de outro carro armadilhado, junto a um dos postos de controlo da cidade de Ramadi, capital da provincia de Al Anbar.
Dois civis morreram e outros dois ficaram feridos devido a um bombardeamento de um helicóptero do Exército contra um automóvel civil perto de Amriat Faluya, no sul da provincia.
Outro civil morreu e oito ficaram feridos com o impacto de um míssil de morteiro que causou danos materiais em várias casas em Faluya.
Em Baquba, capital da província de Diyala, no noroeste de Bagdade, um cidadão de nacionalidade indiana foi assassinado e outros quatro ficaram feridos num ataque armado contra o seu automóvel.
Perto da mesma cidade, na aldeia de Yanbs, um agricultor foi assassinado a tiro por homens armados não identificados, enquanto ali perto, um civil morreu e outro ficou ferido na sequência da explosão de uma bomba.
A mesma fonte referiu que um policía foi morto por homens armados não identificados, num posto de controlo policial a 50 quilómetros de Baquba.
Dois membros do exército iraquiano morreram e outros dois ficaram feridos devido a um ataque a um posto de controlo militar em Al Adameiya, a norte de Bagdade, e outros três policias morreram da mesma forma na zona de Al Dura, a sul de Bagdad.
A explosão de uma bomba contra uma patrulha militar em Al Tarimiya, a norte de Bagdade, causou a morte a dois membros do Exército e feriu outros dois.
Em Al Qahira, a norte da capital, um policia morreu e outros três ficaram feridos num ataque armado a um posto de controlo policial.
A explosão de seis carros armadilhados e duas bombas causaram a morte a pelo menos sete pessoas e outras 65 ficaram feridas.
Segundo dados das Nações Unidas, o Iraque enfrenta um aumento da violência armada e dos atentados terroristas, que no ano passado causaram a muerte a mais de 8.860 pessoas, 7.818 das quais civis.
Lusa
