Washington estará pronto para "uma ação militar cirúrgica e com alvos precisos se e quando se determinar que a situação no terreno assim o exija", referiu Barack Obama, numa declaração na Casa Branca.
O chefe de Estado norte-americano anunciou igualmente que os Estados Unidos estão preparados para enviar até 300 conselheiros militares para o Iraque para "treinar, ajudar e apoiar" as forças iraquianas, indicando ainda que decidiu aumentar as capacidades de vigilância e dos serviços de informação naquele país.
Estes conselheiros, provavelmente elementos das forças especiais, não serão militares de combate, advertiu ainda Obama, que fez esta declaração após uma reunião com o Conselho de Segurança Nacional, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, o chefe do Pentágono (Departamento de Defesa), Chuck Hagel, altos graduados do exército e responsáveis dos serviços de informação.
Combatentes do grupo extremista sunita Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) lançaram a 10 de junho uma ofensiva contra várias cidades iraquianas, ocupando uma faixa de território que cobre quatro províncias no norte e centro do Iraque, que invadiram em poucos dias.
