Segundo as mesmas fontes, e no rescaldo dos combates que eclodiram pela manhã, as forças de segurança iraquianas ainda controlam a cidade, enquanto os insurgentes se posicionaram nos arredores.
Voluntários xiitas têm-se juntado às forças de segurança iraquianas após a ofensiva desencadeada em 9 de junho pelos rebeldes radicais sunitas, que agora controlam largas faixas de território em quatro províncias do norte e do leste do país.
Após a debandada dos primeiros dias, as forças armadas fiéis a Bagdad tentam impedir o avanço dos insurretos, em particular o bem organizado Estado Islâmico no Iraque e Levante (ISIS), que no entanto continuam a progredir.
De acordo com a página digital do Deutsche Welle, e durante a conquista da cidade de Mossul (norte do Iraque), os combatentes do ISLS apoderaram-se de mais de 500 mil milhões de dinares iraquianos (308 milhões de euros).
Responsáveis iraquianos calculam que o grupo radical sunita possui atualmente cerca de dois mil milhões de dólares (1,4 mil milhões de euros) para sustentar a sua ofensiva militar, mas permanece a polémica sobre a origem da sua principal fonte de financiamento.
O primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki responsabilizou a Arábia Saudita pelo apoio o grupo 'jihadista', uma acusação de imediato rejeitada pelos Estados Unidos, principal aliado dos sauditas na região.
Lusa
