"O mais razoável é avançar no plano para impor novas sanções. Se depois houver um cessar-fogo, se ele for assinado e entrar em vigor, então poderemos considerar um levantamento das sanções", declarou Philip Hammond à BBC.
Hammond assinalou existir "muito ceticismo" quanto à "aplicação do cessar-fogo", adiantando: "Para já, não queremos ser distraídos quanto à nossa determinação de impor novas sanções para responder à grande incursão de forças russas na Ucrânia".
Os Estados Unidos estão a preparar, em estreita coordenação com a União Europeia, novas sanções económicas contra a Rússia para acentuar a pressão sobre Moscovo.
Por outro lado, decorrem hoje em Minsk negociações para um cessar-fogo no leste da Ucrânia, palco de confrontos mortíferos nos últimos meses entre forças ucranianas e separatistas apoiados pela Rússia.
O anúncio na quarta-feira de um cessar-fogo foi acolhido com grande prudência pelos Aliados.
