Desde o início da manhã que ocorreram incidentes entre os taxistas, que interromperam a circulação, e outros veículos, em Paris e nos arredores.
Um dos centros do protesto na capital foi a Porta Maillot, junto ao Palácio de Congressos, onde desde as 07:00 (06:00 em Lisboa) centenas de táxis cortaram o acesso a partir da autoestrada que circunda a cidade.
Nos arredores dos dois aeroportos da cidade, Orly e Charles de Gaulle, os manifestantes bloquearam, com os seus veículos, muitos acessos, o que gerou conflitos com outros condutores e com as forças de segurança.
As perturbações geradas pelos taxistas obrigaram também ao encerramento de duas linhas de metro em Toulouse.
Em Marselha, um cortejo de táxis organizado numa "operação caracol", a circular a velocidade muito reduzida, causou paragens na autoestrada e na entrada para a cidade.
Os grevistas franceses juntaram-se, assim, a taxistas de outros países, como Bélgica, Suíça, Espanha, Itália e Reino Unido, que também manifestarem as suas reivindicações e protestaram contra os veículos de aluguer com condutor.
A greve de hoje surge mais de seis meses depois de outra em que também se registaram vários incidentes.
Lusa

