Boutros-Ghali, o diplomata que chegou à ONU para "arrumar a casa"
Boutros Boutros-Ghali, cuja morte foi anunciada esta terça-feira pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, tomou posse como secretário-geral da ONU a 1 de janeiro de 1992, com a preocupação de pôr ordem no funcionamento interno da organização. Com mais de duas dezenas de distinções no currículo, incluindo diversos doutoramentos honoris causa, Boutros-Ghali, que tinha sido internado num hospital do Cairo na semana passada, faleceu aos 93 anos. (Fotos AP)

Nascido no Cairo a 14 de novembro de 1922, Boutros-Ghali foi advogado, académico e diplomata, e o cargo nas Nações Unidas, que assumiu entre janeiro de 1992 e dezembro de 1996, levou-o a lidar com várias crises mundiais, incluindo o conflito no Médio Oriente, a desintegração da então Jugoslávia ou o massacre dos tutsis pelos hutus no Ruanda, em 1994.
Bob Daugherty

Nascido no Cairo a 14 de novembro de 1922, Boutros-Ghali foi advogado, académico e diplomata, e o cargo nas Nações Unidas, que assumiu entre janeiro de 1992 e dezembro de 1996, levou-o a lidar com várias crises mundiais, incluindo o conflito no Médio Oriente, a desintegração da então Jugoslávia ou o massacre dos tutsis pelos hutus no Ruanda, em 1994.
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