O primeiro-ministro Manuel Valls quer fazer aprovar por decreto a reforma laboral, depois do impasse no Parlamento e da vaga de protestos diários em todo o país.
A oposição de direita submeteu uma moção de censura ao governo que vai ser hoje votada. Para ser aprovada, tem de ter os votos a favor de 288 deputados, o que é considerado improvável.
Para os sindicatos e as associações estudantis, a lei do trabalho em questão é considerada demasiado liberal ao favorecer mais as empresas do que os empregados.
O Governo afirma, em resposta, que é preciso flexibilizar o mercado laboral para que os empresários criem emprego.
