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Kanye West na corrida à Casa Branca. Rapper quer gerir EUA como o país fictício Wakanda

Especialistas dizem que a candidatura de West é uma manobra política dos Republicanos para que Trump vença as eleições em novembro.

Kanye West diz que já não é apoiante de Donald Trump, apesar de ser seu defensor desde sempre. Tira agora o chapéu vermelho e acusa a presidência de Trump de ser um caos.

Em entrevista à Forbes, o músico que é agora candidato à Casa Branca, revelou também que é anti-vacinas e anti-aborto e que não acha mal se desviar o voto negro de Joe Biden.

É precisamente esse ponto que leva os especialistas a dizer que a candidatura de West é uma manobra política dos republicanos para que Trump vença as eleições em novembro.

Muito se especula também sobre a candidatura ser uma forma de promover o novo disco do rapper que sai brevemente, mas West desmentiu essa possibilidade.

Kim Kardashian e Elon Musk ao lado de Kanye West

Kanye West está em campanha e ao seu lado tem como assessores a mulher, Kim Kardashian e Elon Musk, cofundador da Tesla e da Space X. A vice-presidente também já está escolhida. Será Michelle Tisball, uma pastora evangélica.

O candidato entra a meio na corrida à Casa Branca e por isso já não se pode candidatar em todos os estados. Porém tem já um plano para gerir os EUA. Disse que planeia basear a gestão na estrutura de Wakanda, um país fictício localizado na África Subsaariana que aparece na banda desenhada Marvel e que, nos quadradinhos, é a nação mais desenvolvida e tecnologicamente avançada do planeta.