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Morreu Ruth Bader Ginsburg. Clinton recorda "uma das juízas mais extraordinárias a exercer"

DOUG MILLS/ AP

A juíza do Supremo Tribunal dos Estados Unidos morreu aos 87 anos, vítima de cancro no pâncreas.

O ex-Presidente Bill Clinton, que indicou Ruth Bader Ginsburg para o Supremo Tribunal em 1993, considerou-a como "uma das juízas mais extraordinárias a exercer".

Em comunicado divulgado na sexta-feira após o anúncio de sua morte, Clinton disse que Ginsburg era uma "advogada brilhante com um coração carinhoso, bom senso, devoção feroz à justiça e igualdade e coragem ilimitada em face de sua própria adversidade".

Ginsburg foi a primeira a ser escolhida para o Supremo Tribunal por um democrata em 26 anos, e Clinton disse que seus anos no tribunal "excederam até suas mais altas expectativas" quando a nomeou.

O ex-Presidente norte-americano lembrou que as suas opiniões marcantes "promovem a igualdade de género, igualdade no casamento, os direitos das pessoas com deficiência, os direitos dos imigrantes e muito mais".

O Supremo Tribunal anunciou na sexta-feira que Ruth Bader Ginsburg tinha morrido, aos 87 anos, na sua casa, de complicações de um cancro no pâncreas.