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Rússia diz que reforço militar na fronteira não é uma ameaça à Ucrânia

Moscovo justificou decisão com receio de guerra civil e de ataques genocídas à população russa que vive na região.

Os Estados Unidos mostraram preocupação com a movimentação e deixaram o aviso à Rússia: qualquer ação imprudente ou agressiva contra a Ucrânia, terá consequência. Os norte-americanos enviaram, ainda, dois navios para o Mar Negro, para apoiarem a Ucrânia.

O Kremlin garantiu que as movimentações não são uma ameaça e esclareceu que a Rússia tem todo o direito de movimentar tropas em território nacional sempre que necessário.

Os dois países têm-se acusado mutuamente por responsabilidade direta no aumento da intensidade do conflito, que começou em 2014, entre tropas ucranianas e milícias separatistas apoiadas por Moscovo.

Angela Merkl pediu à Russia que reduzisse a presença militar na região e França, a par dos Estados Unidos, mostrou profunda preocupação com possíbilidade de uma guerra.

De acordo com a Organização das Nações Unidas, desde 2014, o confronto já custou a vida a cerca de 14 mil pessoas.

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