O inspetor da Polícia Marítima, Manuel Faustino, já esteve em algumas das missões na ilha de Lesbos, na Grécia. Perante cenários de medo e desespero, deparou-se com refugiados oriundos do Afeganistão.
Manuel Faustino apontou um choque cultural existente, com o qual se deparou, que reside no salvamento. Adianta, inclusive, que a vigilância nas zonas de maior fluxo vai continuar.
"A Polícia Marítima vai estar atenta a qualquer situação, como tem estado atenta desde as crises migratórias de 2015, 2018 e 2019", assegura Manuel Faustino.
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